segunda-feira, 2 de março de 2015

Reunião do Grupo de Mães & Família/Amigos de crianças Autistas de Itanhaém (MAI) no Programa Cuidar

Reunião do Reunião do Reunião do Grupo de Mães & Família/Amigos de crianças Autistas de Itanhaém (MAI) no Programa Cuidar ficou combinado voltar com as reuniões no dia 16 de março de 2015 às 8:30hs participaram da reunião: Anmire Lairelosse(Simone), Regina, Tatiane, Phaolla Phercia, Benedito, Ben Hur Wesclen, Viviane,Cristina Pires, Mary, Senhorinha, Claudia, Karina e equipe técnica Rosa Maria -Educação Inclusiva, Fabricia Cavalcante -Educação Inclusiva, Silvia Fortuna Marrach -Fonoaudióloga, Tatiana de Angelo -Fonoaudióloga, Fernanda -Pedagoga,Talita Ribeiro -Assistente Social.











https://www.facebook.com/groups/1780991225459283/

ConAutismo Congresso Nacional on-line de Autismo


Módulo 1 – Educação Física e Psicomotrocidade
Palestra 1.1 – As atividades Físicas Otimizando o Desenvolvimento do TEA Palestrante – Dr. Wantuir Jacini
Palestra 1.2 – Psicomotricidade no TEA Palestrante – Rita Thompson
Módulo 2 – Família e Instituições
Palestra 2.1 – Autismo e Superação: a importância da Inclusão Social e Escolar Palestrantes – Anita Brito e Nicolas Brito Sales
Palestra 2.2 – Autismo e Realidade – Associação de Estudos e Apoio Palestrante – Joana Portolese
Palestra 2.3 – Unindo Forças Palestrante – Ilha Azul Grupo de Pais
Módulo 3 – FonoaudiologiaPalestra 3.1 – Atividades Simbólicas na Estimulação da Linguagem no TEA: Atividades Práticas Palestrante – Célia Giocondo
Palestra 3.2 – A Contribuição da Comunicação Suplementar e ou Alternativa no desenvolvimento de Interação e Comunicação das pessoas com TEA Palestrante – Renato L. Kinoshita
Palestra 3.3 – Alterações da Linguagem e Comportamentais no TEA Palestrantes – Juliana A. Madeira e Karine H. Cafruni
Palestra 3.4 – Comunicação Social – O que é ? Entenda sua importância no Transtorno do Espectro Autista – TEA Palestrantes – Giselle Kubrusly Sypczuk e Ana Paula Muller
Palestra 3.5 – Estratégias para o Desenvolvimento de Habilidades Comunicativas Verbais no TEA Palestrante – Dra Simone Ap. L. Herrera
Módulo 4 - MédicosPalestra 4.1 – A Genética desvendando o Autismo: as novas pesquisas Científicas Palestrante – Dr. Salmo Raskin
Palestra 4.2 – A importância do Diagnóstico e das Intervenções Precoces no TEA Palestrante – Dr. Carlos Gadia
Palestra 4.3 – Autismo: Ensino, Pesquisa e Prática Palestrante – Dr. Rudimar Riesgo
Palestra 4.4 – Compreendendo o Transtorno de Asperger Palestrante – Dr. Jair Luiz de Moraes
Palestra 4.5 – Neurodesenvolvimento e Sinais de TEA Palestrante – Dr. Antonio Carlos de Farias
Palestra 4.6 – Neuropsicologia no Transtorno do Espectro Autista (TEA) Palestrante – Ms Cassia Roberta Benko
Palestra 4.7 – Práticas Clinicas do Ambulatório de Neuropediatria da UFPR: Abordagem Multidisciplinar Palestrante – Dr. Sérgio Antoniuk
Palestra 4.8 –Síndrome do X Frágil Palestrante – Dr. Sérgio Antoniuk
Palestra 4.9 – TEA e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Podemos Confundir? Palestrante – Dr. Clay Brites
Módulo 5 – Psicologia e PsicopedagogiaPalestra 5.1 – Alterações da Linguagem e Comportamentais no TEA Palestrantes – Juliana A. Madeira e Karine H. Cafruni
Palestra 5.2 – As funções executivas no Transtorno do Espectro Autista (TEA) Palestrante – Dra. Nora Cavaco
Palestra 5.3 – Aspectos Emocionais da Família no TEA Palestrante – Ms Iuri Victor Capelatto
Palestra 5.4 – Avaliação Neuropsicológica nos TEAs Palestrantes – Carina P. C. Isper e Cíntia Barbizan
Palestra 5.5 – Comportamento Agressivos e Auto Lesivos: como proceder Palestrante – Victor Delefrati
Palestra 5.6 – Equoterapia no Transtorno do Espectro Autista (TEA) Palestrante – Roberta Gelain S. Vieira
Palestra 5.7 – Esquemas de Aprendizagem de Pessoas com TEA na Perspectiva de Ensino Estruturado Palestrante – MS Maria Elisa G. Fonseca
Palestra 5.8 – Estratégias Comportamentais no Manejo do Adolescente com Asperger Palestrante – Dra. Marcia Maria de Toledo
Palestra 5.9 – Inclusão Escolar: os desafios na escola Palestrante – Kelli Cristina Faber de Oliveira
Palestra 5.9.1 – TEA e a Prática da Análise do Comportamento para Resolução de Problemas em Contexto Escolar Palestrante – Felipe Tardem
Palestra 5.9.2 – TEA: Avaliação e Intervenção Psicopedagógica Palestrante – Dra. Dayse Serra
Módulo 6 – Psiquiatria InfantilPalestra 6.1 – Atualizações do DSM V no Diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) Palestrante – Dr. César de Moraes
Módulo 7 – Terapia OcupacionalPalestra 7.1 – A importância da organização na Rotina da Criança com TEA Palestrante – Dra. Marcia Valiati
Bônus 02 de abrilPalestra 1 – Bônus – Alterações de sono no TEA Palestrante – Dr Clay Brites
Palestra 2– Bônus – TEA e Seletividade alimentar Palestrante – Dr Felipe Tradem
Palestra 3– Bônus – 10 Atividades lúdicas na estimulação da linguagem Palestrante – Célia Giocondo
Palestra 4 – Bônus – Avaliação Funcional e Intervenções Imediatas através da Análise Aplicada do Comportamento Palestrante – Amanda Bueno
E-book – Bônus – Entendendo o Transtorno do Espectro Autista Autor – Dr. Clay Brites

domingo, 1 de março de 2015

02 DE ABRIL 2011 RETROSPECTIVA. 2015.

Minha mãe quando era viva me perguntava porque você está se desgastando lutando por este dia para que servirá você ir a praça fazer algo assim, minha mãe se preocupava comigo, e dizia se eu não for, alguém irá? Se a outra mãe não for alguém irá? A união é a nossa FORÇA. Então por mais sufocante e agonizante que era ir na praça ficar na frente de tantas pessoas, disfarçava o sentimento, eu aguentava pois ACREDITO na LUTA em CONJUNTO com outras mães, JUNTO com outras cidades. Mães e crianças que nem faziam ideia que nós existíamos e eu nem fazia ideia onde estavam estas pessoas, lutar por direitos respeitando os deveres, hoje com TODOS se mobilizando conseguimos ter a LEI BERENICE PIANA, mas não basta somente ter a lei temos que conscientizar as pessoas a fazer valer o que está escrito no papel. O dia 02 de abril de 2015 está perto vamos nos organizar e mostrar para os governantes que nossas crianças, adolescentes e adultos não são INVISÍVEIS.


2012 Nicolas - Gabriel

2012 Gabriel - Arthur - Bryan - Rodrigo


2012 Gabriel - Arthur - Bryan


2012 Gabriel - Arthur - Bryan - Rodrigo

2013 Fernanda

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Menino com autismo vira contador de histórias em escola de Itanhaém, SP

Menino com autismo vira contador de histórias em escola de Itanhaém, SP

Diego Escada foi diagnosticado com o transtorno aos três anos de idade.
Na escola, ele acompanha a turma, faz desenhos e conta histórias.

Mariane RossiDo G1 Santos

Diego mostra os desenhos que utiliza para contar histórias para a classe  (Foto: Mariane Rossi/G1)Diego mostra os desenhos que utiliza para contar histórias para a classe (Foto: Mariane Rossi/G1)
Um menino autista de 10 anos virou o contador de histórias de sua classe em uma escola municipal de Itanhaém, no litoral de São Paulo. Diego Escada Louzada apresentou, desde pequeno, as características do transtorno, mas a convivência com outras pessoas na escola lhe trouxe mais conhecimento do mundo e de si. O jeito inibido, característico do autismo, é pouco perceptível em Diego enquanto ele brinca de contar histórias para a turma e é aplaudido pelas outras crianças. O que poderia ser considerado um desafio para qualquer autista, é um prazer para ele.
Tatiana, mãe de Diego, durante uma visita a escola do menino (Foto: Mariane Rossi/G1)Tatiana, mãe de Diego, durante uma visita a
escola do menino (Foto: Mariane Rossi/G1)
Laudo médico atestando que Diego tem autismo (Foto: Divulgação/Prefeitura de Itanhaém)Laudo médico atestando que Diego tem autismo
(Foto: Divulgação/Prefeitura de Itanhaém)
Tatiana Escada descobriu que o filho tinha autismo quando o menino estava com três anos. Ela começou a notar algumas atitudes estranhas do filho. “Ele apontava as coisas, não falava o que queria, tinha resistência à dor. Com um barulho muito estridente, ele colocava as mãos nos ouvidos. A gente foi reunindo os fatos e fomos a um neurologista”, conta ela.
Segundo o Ministério da Saúde, o autismo é considerado uma síndrome neuropsiquiátrica. Embora seja uma etiologia específica que não tenha sido identificada, estudos sugerem a presença de alguns fatores genéticos e neurobiológicos que podem estar associados ao autismo. Diversos sinais e sintomas podem estar ou não presentes, mas as características de isolamento e imutabilidade de condutas estão sempre presentes. Tatiana diz que a notícia foi um baque para ela e a família. “Você se questiona muito. Até entrei em uma depressão. Depois, li muito sobre o assunto e comecei a entender e foi fluindo. Hoje eu trato ele como uma criança normal”, fala. Após o diagnóstico, Diego iniciou o tratamento com fonoaudióloga, pedagoga e neuropsicóloga.

Tatiana e o Diego saíram de Santos, onde moravam com o pai do garoto, e foram viver em Itanhaém. Mesmo com o transtorno, Diego foi matriculado na escola municipal Maria Graciette Dias, pelo sistema de inclusão. “O Diego é um autista. Todos os autistas têm direito a um estagiário. Eles são estudantes e ficam com essas crianças de inclusão. Na nossa escola, a gente tem uma média de 13 crianças especiais.”, explica a diretora Rita de Cássia Brandão Gouvêa.
A professora  Marlene Carraro Mucsi, de 50 anos, diz que Diego chegou na escola muito arredio e não gostava muito de ter contato com as pessoas.  Ela só acompanhava o menino de longe, mas, neste ano, começou a dar aulas para Diego. “Já tinha trabalhado com outras deficiências, mas com autismo foi a primeira vez”, diz. A professora foi aprendendo a lidar com o menino no dia a dia. “O grau do autismo dele é leve, não há necessidade de trabalhar atividades diferenciadas com ele, o que precisamos é respeitar o tempo. A gente conhece outros autistas que são agressivos, inquietos, não param sentados em sala de aula. Não é o caso dele”, explica a professora. Ela ressalta que Diego acompanha as lições na classe do 5º ano como qualquer outro aluno. Segundo Marlene, o menino lê muito bem, é alfabético, consegue fazer contas e resolver os problemas de matemática.
Professora Marlene, Diego e a estagiária Carol (Foto: Mariane Rossi/G1)Professora Marlene, Diego e a estagiária Carol
(Foto: Mariane Rossi/G1)
A convivência com outras crianças e os cuidados das professoras fez o menino melhorar de comportamento e também a ganhar mais conhecimento. Na escola, ele também descobriu, principalmente, a aptidão para o desenho e animação. A mãe dele conta que o menino adora ficar no computador, vendo vídeos, fazendo desenhos e criando histórias, principalmente, com o Mickey, o personagem preferido de Diego.
Na sala de aula, ele coloca os desenhos na lousa digital e vira um contador de histórias, interpretando os personagens. “Eu faço a narradora e ele o Mickey. Na verdade, ele não lê a história, ele decora as falas. De vez em quando, é no início da aula, às vezes, é no final”, explica a professora. Do outro lado da sala, estão diversos outros alunos com a mesma idade de Diego. Eles riem com a interpretação do menino, entendem a história e, no final, batem palmas pela apresentação do colega de classe. “Para ele é bom. A questão de ele desenhar bem também motiva as outras crianças a quererem desenhar como ele. Já cria um convívio, uma proximidade”, diz a mãe do menino.
Diego e a professora contando histórias para a classe (Foto: Mariane Rossi/G1)Diego e a professora contando histórias para a classe (Foto: Mariane Rossi/G1)
Por causa da contação de histórias, Diego também passou a ter mais comunicação com as pessoas, mesmo que, assim como outros autistas, não goste de muito contato físico. Tatiane vê o quanto o filho melhorou no âmbito social. “Ele começou a evoluir de uma maneira tão rápida, até na questão de amizade, tem mais carinho, mais afeto das outras crianças, tem a estagiária que fica direto com ele. Eu me arrependi de não ter colocado antes nessa escola”, admite.

Já Diego mostra orgulhoso os desenhos do Mickey, expostos em um painel que foi colocado em um dos corredores da escola. Para a mãe, o futuro do filho sempre estará ligado ao mundo da animação. “Ele fala que quer trabalhar na parte de animação de estúdios. Eu acho que é o que ele vai acabar seguindo”, diz Tatiana.
Diego antes de contar uma história sobre o Mickey (Foto: Mariane Rossi/G1)Diego antes de contar uma história sobre o Mickey (Foto: Mariane Rossi/G1)

Fonte: